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O Instituto Confúcio na Unesp apresenta o Concerto de Percussão, do Grupo PIAP, em homenagem ao dia do Instituto Confúcio.

 

                                             Entrada Gratuita!

 

  • Dia: 29 de setembro – quinta-feira

  • Hora: 19h30

  • Local: Auditório Maria de Lourdes Sekeff – Instituto de Artes da Unesp

  • End.: Rua Dr. Bento Teobaldo Ferraz, 271/ Em frente ao metrô Barra Funda

 

preencha o formulário para participar https://forms.gle/HXSV9oQrUcxC4dRR8

 

Sobre o Grupo PIAP:

 

Grupo de Percussão do Instituto de Artes da UNESP

 

 

Direção: Carlos Stasi – Codireção: Eduardo Gianesella

Regente convidado: John Boudler

Assistentes: Alisson Amador, Joachim Emídio, Leandro Amorim, Rubén Zuñiga, e Ygor Saunier

Integrantes:

Andreas Matheus, Davi Viana, Gabriel Eller, Francisco Gomes, Gustavo Cantarutti,

Isabelle Albuquerque, Luan Francisco, Lucas Lima, Rodrigo de Andrade,

Rodrigo Mendes, Matheus Bernardo, Rafaella Galan e Welber Simões.

O Grupo PIAP iniciou suas atividades em 1978 com John Boudler, que foi seu diretor durante 35 ano

O Grupo PIAP foi criado por John Boudler em 1978 para o aperfeiçoamento acadêmico-artístico de seus integrantes e como veículo de divulgação do repertório para percussão no Brasil. Formado pelos alunos do Curso de Bacharelado em Percussão da UNESP, o Grupo PIAP também conta com eventuais convidados, proporcionando uma oportunidade de aprimoramento camerístico. Pelo grupo já passaram  120 integrantes que se apresentam, estudam e/ou ainda trabalham por todo o Brasil e em mais de 40 países nos cinco continentes. Ao longo de seus 44 anos de atividades o PIAP tem colhido grandes sucessos, firmando-se no cenário artístico nacional através de concertos e gravações em disco, rádio e televisão. Apresentou-se nos principais Festivais de Música do Brasil. Entre suas atividades, merecem destaque: 1º lugar no II Prêmio Eldorado de Música e a gravação de dois LPs em 1986; turnê pelos EUA em 1987; Prêmio Lei Sarney, como Revelação na Categoria Grupo Instrumental em 1988; Prêmios Mambembe e APCA (Associação Paulista de Críticos de Artes) de Melhor Trilha Sonora pela participação na peça Péricles, Príncipe de Tiro de William Shakespeare em 1995; Projeto LinC da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo em 1997; lançamento do primeiro CD do Grupo em 1998; indicação na categoria Melhor Grupo de Música de Câmara pelo IV Prêmio Carlos Gomes em 1999; apresentação no Festival Percusiones del Mundo na Cidade do México; eleito pela APCA o Melhor Conjunto de Câmara na categoria Música Erudita em 2003; lançamento de dois novos CDs em 2007; a turnê norte-americana de2010; a turnê chinesa em 2011,  o evento PIAP40 – Celebração dos 40 anos do Grupo, em 2018; participação no documentário em DVD “O Som da Orquestra” pelo Selo SESC e participação de projeto temático pela FAPESP junto ao Estudio PANaroma que possibilitou a aquisição de valioso instrumental de percussão inédito no país em 2019.

 

Sobre o Concerto

 

 

  1. Pius Cheung – Nian 2 [2014]
  2. Mao Zhu – Shangai Children´s Song Variations [2013]
  3. Mao Zhu – Chinese Shadow Puppet [2011]

Participação especial: Samuel Queiroz [clarinete]

  1. Joachim Emidio – [2022]
  2. Grupo PIAP – Improvisação inspirada em Water Music de Tan Dun [2022]
  3. Pius Cheung – Tesla’s Harmony [2018]
  4. Pius Cheung – Nian 3 [2016]

 

MAO ZHU

Mao Zhu [1981] faz parte da nova geração de compositores de Sichuan. Suas obras abrangem vários gêneros; incluindo solos, música de câmara, obras orquestrais, coro, música com improvisação e arte sonora experimental. Recebeu prêmios em várias competições e seus trabalhos são apresentados em concertos tanto na China como no exterior. Em 2015, recebeu uma bolsa oferecida pela China Scholarship Fund para trabalhar e pesquisar na Universidade de Missouri-Kansas City, no Conservatório de Música e Dança, como acadêmica visitante.

 

Atualmente, é professora associada do curso de Composição Musical do Conservatório de Música de Sichuan, onde leciona o curso de Instrumentação e Orquestração. Mao Zhu faz parte do departamento desde 2006, quando terminou seu mestrado em composição.

PIUS CHEUNG

O marimbista e compositor sino-canadense Pius Cheung [1982] começou seus estudos musicais ainda criança. Graduou-se na Filadélfia com Michael Bookspan e Don Liuzzi, continuando seus estudos com Nancy Zeltsman no Conservatório de Boston. É Doutor pela University of Michigan School of Music, Theater and Dance. Além de distinto performer, Pius Cheung é conhecido por suas composições e arranjos, sendo sua principal contribuição o arranjo das Variações Goldberg (BWV 988) de J.S. Bach para marimba solo, aclamado pela crítica. Percussionista premiado, com uma carreira consolidada como solista, também participa de diversas bancas de importantes concursos e festivais do meio percussivo.

Cheung é professor e diretor da Área de Percussão na Universidade de Oregon.

TAN DUN

Tan Dun  estudou no Conservatório Central de Música em Pequim, com professores como Toru Takemitsu, que influenciou fortemente a sua musicalidade e o seu sentido de estilo musical. É amplamente conhecido por compor as trilhas sonoras de filmes como O Tigre e o Dragão (com o qual ganhou um Oscar) e Herói, bem como por ter sido o autor da música utilizada para a transmissão de O Dia do Milénio (2000 Today) e da música utilizada durante a Cerimônia de Abertura dos Jogos Olímpicos de Verão de 2008.

 

A obra Water Music foi composta em 2004 e utiliza a água como o principal instrumento musical, através da exploração de várias sonoridades e técnicas.  O Grupo PIAP não executa a obra de Tan Dun, mas sim uma improvisação guiada pelas instruções da peça original em vários dos instrumentos nela utilizados.

 

JOACHIM EMIDIO

Percussionista e compositor que, atualmente, desenvolve pesquisa de mestrado sobre criações que relacionam percussão e palavra. Participou de importantes festivais de música e também trabalha como educador, ministrando aulas de musicalização e bateria, um constante intercâmbio entre seu trabalho artístico e pedagógico. Atualmente integra o Trio Girassol, Duo Ingane e o quarteto de jazz El Saoco.

A obra 打é livremente inspirada no caractere chinês 打 (pronunciado “dǎ” em Mandarim), que significa “bater”. Não por acaso, esse verbo é usado quando queremos dizer “tocar tambor” (打鼓 – dágǔ) ou “tocar prato” (打钹 – dǎbó), além de conter no lado esquerdo o radical de “mão” (扌- shǒu), que denota seu significado. A peça também associa dois poemas chineses de distintas épocas: “O refúgio dos cervos” (“鹿柴”), de Wang Wei (王维, 701 – 761), por sua paisagem sonora e visual, e “Rochedo” (“礁石”), de Ai Qing (艾青, 1910 – 1996), pelo ritmo das ondas do mar batendo (打) em uma rocha.